Quais são os riscos da mastopexia e como minimizá-los? Saiba o que considerar antes do procedimento
- Introdução
- O que é mastopexia e por que realizar?
- Principais riscos e complicações da mastopexia
- Fatores que aumentam as chances de complicações
- Como minimizar os riscos antes e depois da cirurgia
- Expectativas realistas e qualidade de vida
- A importância do acompanhamento médico e ético
- Conclusão
- Sobre o Dr João Felippe
Introdução
A mastopexia é cada vez mais buscada por mulheres que desejam levantar e remodelar as mamas após gestação, amamentação, envelhecimento ou oscilações de peso. No entanto, é fundamental conhecer os riscos e as melhores práticas para uma recuperação segura. O Dr João Felippe, cirurgião plástico membro da SBCP, defende uma abordagem ética e individual no esclarecimento das pacientes sobre as possíveis complicações e os cuidados preventivos, alinhado às diretrizes do CFM e à boa prática médica.
O que é mastopexia e por que realizar?
A mastopexia consiste na cirurgia para reposicionar e redesenhar os seios, corrigindo a flacidez por meio da remoção do excesso de pele e, em alguns casos, associando ou não ao implante de prótese de silicone. O objetivo principal é recuperar a harmonia do contorno torácico e elevar a autoestima. Entretanto, como toda intervenção, requer avaliação criteriosa das indicações, riscos e limitações, sempre em conversa aberta e realista com um cirurgião qualificado.
Principais riscos e complicações da mastopexia
Toda cirurgia apresenta riscos inerentes. Apesar de a mastopexia ter taxas gerais de complicação moderadas quando realizada por profissionais especialistas, os seguintes eventos podem ocorrer:
- Cicatrizes: Embora planejadas para serem o mais discreto possível, são permanentes. Podem sofrer alteração de coloração ou espessura.
- Infecção: Complicação rara com protocolos adequados, tratada com antibióticos.
- Deiscência de sutura: Separação parcial dos pontos, mais presente em áreas com tensão.
- Seroma e hematoma: Acúmulo de líquido ou sangue sob a pele, normalmente tratado por punção ou drenagem guiada.
- Alterações de sensibilidade: Dormência, aumento ou diminuição da sensação nas mamas ou mamilos, geralmente transitória.
- Assimetria mamária: Pequenas diferenças podem ocorrer e, na maioria das vezes, não comprometem o resultado.
- Queloide/cicatriz hipertrófica: Crescimento exagerado da cicatriz mais comum em pessoas predispostas geneticamente.
- Necrose (sofrimento) de pele ou aréola: Extremamente raro, comumente ligado a tabagismo ou doenças vasculares.
- Complicações anestésicas: Riscos inerentes a qualquer procedimento cirúrgico, minimizados com equipe experiente.
De acordo com as referências científicas disponíveis, muitos desses riscos são comuns a cirurgias plásticas em geral, como hematomas, seroma e eventos tromboembólicos, sendo essencial adotar prevenção e detecção precoce.
Fatores que aumentam as chances de complicações
Aspectos individuais e comportamentais podem influenciar a ocorrência de intercorrências na mastopexia:
- Tabagismo: Aumenta o risco de má cicatrização e necrose.
- Doenças crônicas: Diabetes, hipertensão e alterações imunológicas podem comprometer a recuperação.
- Predisposição genética: Indivíduos com histórico familiar de cicatrizes anômalas necessitam de atenção extra.
- Mau acompanhamento pós-operatório: Não comparecer aos retornos programados ou descuidar dos curativos pode prejudicar o resultado e a segurança.
- Idade e estado nutricional: Tem impacto direto na resposta inflamatória e na qualidade da cicatrização.
Como minimizar os riscos antes e depois da cirurgia
Medidas preventivas são fundamentais para assegurar uma boa recuperação:
- Parar de fumar ao menos 4 semanas antes da cirurgia.
- Informar detalhadamente seu histórico de saúde, uso de medicamentos e hábitos diários ao cirurgião.
- Seguir as orientações sobre jejum, suspensão de medicações e preparo pré-operatório.
- Manter alimentação equilibrada e hidratação adequada.
- Utilizar corretamente o sutiã cirúrgico e não manipular as incisões.
- Atenção às datas dos retornos e contato imediato diante de sintomas como febre, secreção, dor ou vermelhidão intensa.
No consultório do Dr João Felippe, a equipe multiprofissional orienta cada passo do pré e pós-operatório, priorizando o bem-estar, conforto e segurança da paciente.
Expectativas realistas e qualidade de vida
É importante compreender que cicatrizes sempre existirão, mas tendem a tornar-se mais discretas ao longo dos meses e podem ser minimizadas com cuidados e acompanhamento. Não há garantias de resultados idênticos ao de outras pacientes por conta de fatores biológicos individuais. O foco deve estar na harmonia corporal, saúde e autoestima, sempre respeitando os limites do seu corpo.
A importância do acompanhamento médico e ético
O acompanhamento de um cirurgião qualificado, registro ativo no Conselho Federal de Medicina (CFM) e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), como Dr João Felippe, é determinante para a segurança da mastopexia. O respeito às normas éticas vigentes – sem promessas ou garantias irreais, com explicação individualizada e compromisso com o bem-estar – é o que diferencia um atendimento humanizado e responsável, como aquele praticado em sua clínica.
Conclusão
A mastopexia é uma cirurgia segura quando realizada com critério, acompanhamento dedicado e expectativa alinhada à realidade. O esclarecimento ético sobre riscos e cuidados preventivos fortalece a relação médico-paciente e amplia o sucesso do procedimento. Para orientações personalizadas e acompanhamento multidisciplinar, busque sempre profissionais reconhecidos como o Dr João Felippe, com experiência e compromisso genuíno com sua saúde e autoestima.
Sobre o Dr João Felippe
O Dr João Felippe Mendes é cirurgião plástico membro da SBCP, apaixonado pela especialidade desde o início da carreira, onde chefiou a liga da PUC e acumulou mais de 1.900 horas em pronto-socorro. Com estágios focados em cirurgia plástica, atuou três anos em São Paulo e, desde 2017, fixou-se em Paranavaí, com atendimentos semanais em Maringá e experiência anterior em Naviraí. Seu trabalho se destaca pelo enfoque multidisciplinar e visão de escala no atendimento.
Além de aplicar técnicas autorais como a Full Support Mammoplasty e inovar com tecnologia de ponta (Vibrolipo, Vaser, Renuvion, Argon Plasma e protocolos personalizados), Dr João Felippe oferece uma experiência acolhedora em clínica própria de 600 m², com jornada humanizada que prioriza o suporte integral da equipe, consulta detalhada, follow-up próximo e resultados respaldados pela ética e ciência médica.