Passo a passo da mastopexia: como é feita a cirurgia e cuidados essenciais no pré e pós-operatório

Introdução

A mastopexia é a cirurgia plástica indicada para corrigir a queda das mamas (ptose mamária), devolvendo sua forma e posição naturais. O procedimento ajusta o tecido mamário, removendo o excesso de pele, e muitas vezes também reposiciona a aréola, sem necessariamente modificar o volume, a menos que o desejo seja também aumentar ou reduzir as mamas. Indicações comuns incluem variações corporais após gestação, amamentação, considerável perda de peso e efeitos naturais do envelhecimento. O Dr João Felippe, especialista em cirurgia plástica e membro da SBCP, recomenda que cada caso seja planejado com critérios objetivos e ética médica, conforme as normas do Conselho Federal de Medicina.

Planejamento e avaliação individualizada

O passo inicial do processo é a consulta detalhada. Nela, o cirurgião investiga histórico clínico, examina o grau de flacidez, avalia dobras cutâneas, elasticidade, assimetrias e posição do complexo aréolo-mamilar. A personalização é imprescindível porque cada paciente apresenta características anatômicas e expectativas distintas. O Dr João Felippe aplica protocolos reconhecidos para definir a técnica, sempre alinhando o desejo da paciente com indicações baseadas em evidências. Em sua clínica, a experiência começa com recepção acolhedora, avaliação nutricional e uso de recursos digitais para facilitar orientações.

Cuidados pré-operatórios

O preparo para a mastopexia é central para um resultado seguro. Recomenda-se:

  • Parar de fumar pelo menos quatro semanas antes, para não comprometer a cicatrização;
  • Interromper anticoagulantes, anti-inflamatórios e vitamina E sob orientação médica;
  • Realizar exames laboratoriais, cardiológicos e de imagem mamária;
  • Manter alimentação equilibrada e hidratação adequada;
  • Planejar o pós-operatório, organizando o suporte domiciliar, repouso e ambiente seguro, de acordo com as recomendações do especialista.

Durante o pré-operatório, o Dr João Felippe esclarece as etapas, identifica riscos particulares e cria um plano multidisciplinar. Todo paciente recebe uma orientação personalizada e documentos impressos e digitais sobre a cirurgia.

O procedimento cirúrgico

A mastopexia é realizada em ambiente hospitalar sob anestesia geral ou local com sedação, conforme o caso. A duração média é de 2 a 4 horas. As técnicas de incisão dependem do grau de flacidez:

  • Periareolar (em torno da aréola) para casos leves;
  • Lollipop (vertical) para ptose moderada;
  • Âncora ou “T” invertido para maior excesso de pele.

O cirurgião remove o excedente cutâneo, remodela o tecido interno e reposiciona aréola e mamilo. Quando indicado, pode-se incluir prótese para restauração ou incremento de volume. Em toda a abordagem, há preocupação em preservar tecidos saudáveis e minimizar riscos, adotando tecnologias como fios absorvíveis, cola cirúrgica e dispositivos de moderna hemostasia.

Recomeçando: o pós-operatório imediato

Após a cirurgia, inicia-se o repouso monitorado, com ênfase no uso do sutiã modelador 24 horas por dia. O Dr João Felippe orienta analgesia, repouso relativo, alimentação leve e hidratação. Movimentos amplos com os braços, carregar peso e dormir em decúbito ventral devem ser evitados nas primeiras semanas. O controle da dor, do edema e a avaliação de possíveis intercorrências (hematomas, seromas, infecção) fazem parte do protocolo.

O acompanhamento multiprofissional facilita o suporte nas dúvidas e auxilia na rotina, seja por retornos ambulatoriais, telefonemas programados ou orientações via guia digital.

Cuidados com as cicatrizes e dicas atuais

A evolução das cicatrizes segue padrões individuais. Nos primeiros meses, é comum que apresentem coloração rosada e pequeno espessamento, com tendência à suavização ao longo de até dois anos. Para favorecer o processo:

  • Manter proteção solar rigorosa na área operada;
  • Evitar tração, impacto e hidratar a pele conforme orientação médica;
  • Usar pomadas ou fitas de silicone indicadas apenas pelo cirurgião;
  • Observar sinais de alarme como vermelhidão progressiva, secreção ou dor acentuada – nesses casos, procurar imediatamente orientação profissional.

A equipe dirigida pelo Dr João Felippe oferece suporte contínuo para esclarecimento e acompanhamento de cada etapa da cicatrização, integrando a atuação do cirurgião, enfermagem e nutrição.

Evolução e acompanhamento após a mastopexia

O retorno progressivo às atividades é liberado conforme avaliação durante os retornos pós-operatórios. Exercícios físicos, exposição ao calor intenso e movimentação brusca geralmente são retomados apenas depois da liberação formal do cirurgião. O uso continuado do sutiã cirúrgico e higienização adequada, aliados à frequência nos retornos, são fatores associados a melhores resultados. O Dr João Felippe também incentiva um canal aberto para dúvidas extras e acolhimento, promovendo segurança e adesão às rotinas.

Se houver intercorrências como cicatriz alargada, queloide ou assimetrias residuais, o acompanhamento possibilita intervenção precoce. A clínica valoriza a atenção personalizada, desde o pré até os meses complementares.

Conclusão

A mastopexia é um procedimento criterioso, pautado por avaliação detalhada, personalização das técnicas e cuidados extensivos em todas as etapas. Desde o preparo até o pós-operatório, seguir rigorosamente as orientações e manter a comunicação contínua com o especialista são determinantes para segurança e satisfação. A clínica do Dr João Felippe dispõe de protocolos integrados, tecnologia atualizada e suporte multidisciplinar, sempre em respeito às normas do Conselho Federal de Medicina. Para quem busca retomar a firmeza das mamas com responsabilidade, a avaliação individual é o primeiro passo.

Sobre o Dr João Felippe

O Dr João Felippe Mendes é cirurgião plástico com certificação da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e trajetória consolidada desde o primeiro ano acadêmico. Com formação robusta em pronto-socorro e experiência em grandes centros de São Paulo, estabeleceu-se em Paranavaí, atendendo semanalmente em Maringá. Chefiou a liga de plástica da PUC, participou de estágios específicos e adota visão multidisciplinar em seus atendimentos.

Diferenciais incluem a técnica autoral Full Support Mammoplasty, protocolos menos invasivos, uso de tecnologias como Vibrolipo, Vaser e fios absorvíveis, além do suporte humanizado e consultoria nutricional. A estrutura da clínica, com 600 m² e equipe qualificada, garante jornada acolhedora para mulheres de 30 a 55 anos, especialmente mães e profissionais autônomas, mantendo foco na ética, transparência e amparo no pré e pós-operatório conforme o CFM.

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