O que pode dar errado na mastopexia? Complicações possíveis e como prevenir riscos durante a recuperação

O que é a mastopexia

A mastopexia é uma cirurgia plástica indicada para tratar a flacidez e a queda das mamas. O objetivo do procedimento é reposicionar o tecido mamário, retirando o excesso de pele e remodelando o formato dos seios, com ou sem o uso de implantes. Muitas mulheres buscam a mastopexia para recuperar o contorno, autoestima e bem-estar, especialmente após gestação, amamentação, mudanças de peso ou envelhecimento natural. Apesar dos benefícios, é importante conhecer os riscos e seguir as orientações médicas para garantir segurança e resultados satisfatórios.

Complicações mais comuns na mastopexia

Toda cirurgia envolve riscos, e com a mastopexia não é diferente. Segundo a literatura científica especializada, as complicações incluem:

  • Infecção: Pode se manifestar por vermelhidão, inchaço, dor local, febre e, em casos raros, exigir intervenções específicas.
  • Hematoma: Acúmulo de sangue sob a pele, normalmente nas primeiras 48 horas, que pode demandar drenagem médica.
  • Seroma: Acúmulo de líquido claro entre os tecidos, também passível de drenagem.
  • Cicatrizes inestéticas: Variam de acordo com técnica, predisposição genética e cuidados pós-operatórios — podem ser hipertróficas ou evoluir para queloide, especialmente em pacientes predispostas.
  • Deiscência de pontos: Abertura parcial das incisões, exigindo curativos modificados ou pequenas intervenções.
  • Assimetrias: Leves diferenças de forma ou posição das mamas podem ocorrer, pois o processo de cicatrização é dinâmico.
  • Alterações de sensibilidade: Dormência ou hipersensibilidade nas aréolas ou mamilos costumam ser temporárias, porém em poucos casos podem persistir.
  • Necrose de pele ou tecido: Rara e associada a fatores como tabagismo ou doenças crônicas não controladas.

O Dr João Felippe frisa que, apesar de possíveis, a maioria dessas intercorrências é controlável com acompanhamento rigoroso e a adoção de protocolos seguros durante toda a jornada da paciente.

Principais fatores de risco associados

Alguns fatores aumentam o risco de complicações na mastopexia, segundo estudos clínicos:

  • Tabagismo ativo: Prejudica a circulação local e a cicatrização, elevando o risco de necrose e má evolução das cicatrizes.
  • Obesidade e IMC elevado: Favorecem infecção e dificuldades no fechamento das incisões.
  • Doenças crônicas sem controle (ex: diabetes): Podem dificultar a recuperação e aumentar o risco de infecção.
  • Predisposição genética para queloides: Influencia o padrão cicatricial, sendo importante informar ao cirurgião qualquer histórico pessoal ou familiar.
  • Oscilações intensas de peso após a cirurgia: Podem prejudicar o resultado e favorecer retorno da flacidez.

Manter diálogo sincero com o cirurgião sobre essas questões é fundamental para personalizar o plano cirúrgico e reduzir riscos.

Como prevenir complicações: cuidados essenciais

A prevenção das intercorrências relacionadas à mastopexia passa por medidas fundamentais:

  • Escolher cirurgião plástico membro da SBCP e clínica adequada.
  • Suspender o cigarro pelo tempo orientado antes e depois do procedimento.
  • Controlar previamente doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, com a equipe de saúde.
  • Seguir à risca orientações para o uso do sutiã cirúrgico no pós-operatório.
  • Evitar exposição solar direta sobre as cicatrizes por pelo menos 6 meses, utilizando fotoproteção adequada.
  • Adotar alimentação balanceada e hidratação constante para favorecer a reparação tecidual.
  • Não praticar atividades físicas extenuantes sem liberação médica.

Esses cuidados são determinantes para reduzir a incidência dos quadros descritos acima.

Orientações para recuperação segura

O sucesso da mastopexia está diretamente relacionado ao engajamento nas etapas de recuperação. As principais orientações incluem repouso nos primeiros dias, respeito ao retorno gradual das atividades, e comparecimento a todos os retornos programados para avaliação profissional. Na clínica do Dr João Felippe, a paciente recebe suporte da equipe multidisciplinar, com explicações detalhadas e individualização dos processos conforme perfil clínico, visando controle rigoroso dos fatores de risco e suporte integral durante o pós-operatório.

Quando procurar o cirurgião: sinais de alerta

No pós-operatório, devem ser relatados imediatamente ao cirurgião:

  • Febre persistente acima de 38°C;
  • Dor intensa e fora do padrão orientado;
  • Vermelhidão progressiva, sangramento ou secreção de odor desagradável;
  • Alterações súbitas na aparência ou tamanho das mamas;
  • Abertura dos pontos, escurecimento ou endurecimento anormal da pele.

Diante desses sinais, o tratamento precoce minimiza riscos e favorece uma recuperação adequada, sempre sob orientação de profissional habilitado.

O papel do acompanhamento multidisciplinar

Um dos diferenciais na clínica do Dr João Felippe é o acompanhamento personalizado e multidisciplinar. Ao envolver nutricionista, enfermeira e equipe de apoio, o atendimento se torna mais seguro e eficiente. Orientações sobre alimentação, uso correto de curativos, práticas para evitar traumas ou infecções e sessões de revisão são práticas constantes. A adesão dessas medidas tem impacto direto na experiência e no sucesso do resultado, tornando a jornada menos estressante e mais humanizada.

Conclusão

A mastopexia é um procedimento seguro quando conduzido por equipe qualificada, com protocolos fundamentados na ética e em ciência. Conhecer as complicações possíveis, os fatores de risco e como minimizá-los facilita a decisão consciente e fortalece a parceria entre paciente e médico. O Dr João Felippe recomenda que toda paciente invista em informação, dialogue abertamente com a equipe e siga atentamente as orientações. Dessa forma, a experiência se torna mais leve, com foco em bem-estar e segurança.

Sobre o Dr João Felippe

O Dr João Felippe Mendes é cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, com atuação pautada em ciência, inovação e transparência. Sua trajetória envolve chefiar liga estudantil na PUC, mais de 1.900 horas em pronto-socorro, três anos de experiência em referência nacional (São Paulo) e presença constante em Paranavaí e Maringá, com atuação multidisciplinar e técnicas autorais como a Full Support Mammoplasty.

Na clínica própria de 600 m², com tecnologia de ponta e equipe acolhedora, dedica-se ao acompanhamento personalizado de mulheres de 30 a 55 anos, com foco em ética, integração multiprofissional e jornadas completas do pré ao pós-operatório. O atendimento contempla consulta detalhada, suporte nutricional, avaliações seriadas e valorização do cuidado humano.

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