O que é Masto Grip? Explicação da técnica de colocação de silicone e suas principais indicações clínicas
- Introdução
- Explicação técnica e científica da abordagem Masto Grip
- Principais indicações clínicas para Masto Grip
- Comparação entre Masto Grip e técnicas convencionais
- Benefícios e limitações da Masto Grip
- Cuidados pós-operatórios e orientações-chave
- Importância do acompanhamento e limitações de resultados
- Conclusão
- Sobre o Dr João Felippe
Introdução
No contexto da evolução das cirurgias mamárias, novas técnicas têm sido benéficas para melhorar a qualidade do suporte, o resultado estético e o conforto pós-operatório das pacientes. No cenário da mamoplastia com prótese de silicone, surge o termo “Masto Grip”, associado à busca por uma estrutura mamária mais firme, posicionamento estável do implante e durabilidade dos resultados. O Dr João Felippe, cirurgião plástico referência no interior do Paraná, orienta suas pacientes de forma ética e baseada em ciência sobre indicações, características e limitações de cada abordagem, sempre em sintonia com as normas do Conselho Federal de Medicina.
Explicação técnica e científica da abordagem Masto Grip
Embora não existam publicações científicas sobre a técnica “Masto Grip” nos bancos científicos internacionais e nacionais, relatos do termo têm sido aplicados por cirurgiões plásticos para definir condutas orientadas à sustentação interna das mamas, tanto em mastopexias quanto em mamoplastias com prótese de silicone. Em essência, a abordagem visa reposicionar, remodelar e fixar estruturas profundas da mama (como tecido glandular e porções do músculo peitoral), criando um suporte mais robusto para o implante. Combinada à inserção da prótese, essa técnica busca reduzir a recorrência da flacidez e contribuir para um formato mais harmonioso e duradouro da mama. Os recursos utilizados incluem pontos profundos de fixação, remodelação do envelope glandular e, em determinados casos, associação de materiais de sutura de alta resistência.
Principais indicações clínicas para Masto Grip
Segundo discussões clínicas e consensos profissionais, a indicação da Masto Grip recai principalmente nas pacientes:
- Com flacidez mamária acentuada (ptose) resultante de oscilações de peso, envelhecimento ou amamentação;
- Que já apresentaram “queda” recorrente da mama após mamoplastias anteriores;
- Com mamas volumosas e pesadas, nas quais a sustentabilidade natural é limitada;
- Em cirurgias de revisão de prótese com flacidez associada;
- Que desejam resultado mais firme e formato anatômico mais definido, minimizando riscos de deslocamento do implante;
O processo de avaliação deve incluir exame físico minucioso, análise do biótipo, condição da pele, expectativa estética e discussão clara dos limites de cada técnica.
Comparação entre Masto Grip e técnicas convencionais
A principal diferença entre a Masto Grip e as técnicas convencionais reside no enfoque para sustentar o tecido mamário no plano profundo. Nas abordagens clássicas, a sustentação da mama e do implante é feita preponderantemente pela pele e pelo envelope glandular, que são mais suscetíveis aos efeitos da gravidade e do tempo. Na Masto Grip, busca-se criar um mecanismo de sustentação interno, como uma “alça de suporte” ancorada em estruturas firmes do tórax. Segundo o Dr João Felippe, esse diferencia detalhe o planejamento e pode conferir longevidade ao resultado, desde que respeitados os limites técnicos e as características de cada paciente.
Benefícios e limitações da Masto Grip
Entre os benefícios apontados para técnicas que focam em suporte interno, destacam-se:
- Prolongamento do contorno mamário elevado após a cirurgia;
- Redução do risco de “queda precoce” do implante ou do tecido mamário;
- Potencial de formato mais natural, com transição suave entre pólo superior e inferior da mama;
- Possível diminuição da tensão sobre cicatrizes, favorecendo resultado estético na cicatrização.
Por outro lado, toda abordagem apresenta limitações e riscos inerentes:
- A técnica pode não ser indicada para todos os biotipos – pacientes muito magras ou com tecido mamário restrito podem requerer condutas específicas;
- A necessidade de manipulação profunda exige cirurgião experiente e domínio técnico, aumentando a complexidade do procedimento;
- Como todo ato cirúrgico, há riscos de hematoma, infecção, alterações de sensibilidade e necessidade de reoperações futuras;
- Resultados podem variar conforme resposta individual, hábitos, cicatrização, manutenção do peso e envelhecimento do organismo.
A individualização e respeito ético ao consentimento informado são primordiais em toda conduta médica.
Cuidados pós-operatórios e orientações-chave
Para maximizar a estabilidade do resultado e prevenir complicações, o Dr João Felippe e sua equipe multidisciplinar enfatizam pontos importantes:
- Uso de sutiã cirúrgico e suporte físico nas primeiras semanas;
- Evitar levantar pesos ou realizar movimentos bruscos dos braços até liberação;
- Cumprimento rigoroso da agenda de retornos para avaliações e curativos;
- Atenção a sinais de alerta: dor anormal, febre, endurecimento súbito, vermelhidão, assimetria evidente – que devem ser relatados imediatamente ao médico;
- Promoção de hábitos saudáveis, manutenção do peso e hidratação da pele;
- Respeito aos prazos para retorno de atividade física e exposição ao sol.
Essas orientações são essenciais para garantir recuperação adequada e minimizar riscos cirúrgicos.
Importância do acompanhamento e limitações de resultados
O acompanhamento periódicos é fundamental para monitorar a evolução do resultado, ajustar condutas e detectar precocemente qualquer intercorrência. O Dr João Felippe destaca que a expectativa realista e o acompanhamento continuado são as principais ferramentas para satisfação a longo prazo. Mesmo técnicas avançadas, como a Masto Grip, não impedem o efeito natural do envelhecimento dos tecidos nem garantem durabilidade vitalícia – reforçando a necessidade de alinhamento transparente entre cirurgião e paciente, conforme as diretrizes do Conselho Federal de Medicina.
Conclusão
A abordagem “Masto Grip” representa mais uma alternativa no conjunto de técnicas avançadas para mamoplastia e prótese de silicone, almejando melhor sustentação e contorno das mamas a longo prazo. A escolha do método deve ser individualizada, sempre alinhando expectativas, limites do procedimento, riscos e benefícios – em consonância com a ética médica e as recomendações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Conte com o Dr João Felippe e sua equipe, que primam pelo planejamento detalhado, acompanhamento acolhedor e transparência em todo processo cirúrgico. Em caso de dúvidas, o agendamento de consulta é o caminho seguro para esclarecimentos baseados em ciência e experiência clínica.
Sobre o Dr João Felippe
O Dr João Felippe Mendes é cirurgião plástico, membro da SBCP, atuando com técnica refinada e abordagem multidisciplinar no interior do Paraná. Desde o primeiro ano da graduação, sua dedicação à especialidade o conduziu a chefiar ligas acadêmicas, acumular mais de 1.900 horas práticas em pronto-socorro e buscar estágios específicos em cirurgia plástica. Sua experiência se consolidou com três anos de atuação em São Paulo e, desde 2017, fixou-se em Paranavaí, passando a atender semanalmente em Maringá, com passagem prévia por Naviraí.
Entre seus diferenciais, destacam-se a técnica Full Support Mammoplasty, o protocolo Preserve para menor agressão cirúrgica, programa Prótese – Recuperação 24 h e o uso de tecnologias de ponta (Vibrolipo, Vaser, Renuvion, Argon Plasma), além de atuar em uma clínica própria com estrutura completa e atendimento personalizado. O Dr João Felippe oferece uma jornada acolhedora às pacientes, desde avaliação nutricional até retorno pós-operatório individualizado, promovendo cuidado ético, seguro e humanizado em todas as etapas do tratamento.