Mastopexia ou mamoplastia redutora: diferenças, indicações e como escolher a cirurgia ideal para cada caso

Introdução

Recuperar autoestima, aliviar desconfortos físicos ou harmonizar o contorno corporal: essas são algumas das motivações das mulheres que buscam intervenções cirúrgicas nas mamas. Entre as opções mais comuns, mastopexia e mamoplastia redutora são procedimentos complementares, mas com objetivos distintos. Saber diferenciar cada técnica e compreender para quem são mais indicadas é fundamental para garantir uma escolha consciente, informada e segura. Neste artigo – elaborado com base em diretrizes éticas e científicas, conforme recomendado pelo CFM –, você encontrará informações confiáveis sobre as diferenças entre ambas e o que considerar na decisão, sob orientação especializada do Dr João Felippe.

O que é mastopexia?

A mastopexia é conhecida popularmente como “lifting das mamas”. Essa cirurgia busca corrigir a flacidez e queda (ptose) das mamas, reposicionando o tecido mamário e a aréola, promovendo formato mais firme e elevado. É indicada quando não há excesso significativo de tecido mamário, mas há perda de sustentação devido a fatores como envelhecimento, gestação, amamentação ou variações importantes de peso. Frequentemente, pode ser associada à colocação de próteses de silicone para recuperar ou aumentar o volume das mamas, especialmente se houver esvaziamento glandular, sem alteração importante do peso mamário.

O que é mamoplastia redutora?

A mamoplastia redutora tem como principal objetivo a redução do volume e do peso das mamas, sendo recomendada para mulheres com hipertrofia mamária (mamas excessivamente grandes) que sofrem com dores nas costas, ombros, pescoço, assaduras, lesões de pele ou restrição à atividade física. Além de retirar o excesso de glândula e gordura, o procedimento reequilibra formato e posicionamento dos seios, corrigindo também a ptose mamária – ou seja, toda mamoplastia redutora resulta simultaneamente em efeito lifting, mas reduzindo a quantidade de tecido mamário.

Principais diferenças entre mastopexia e mamoplastia redutora

Embora ambas envolvam o reposicionamento dos tecidos e da aréola, suas indicações são distintas:

  • Mastopexia: para flacidez e mamas caídas com pouco excesso de volume (aprimora forma e posição, mantendo ou aumentando o volume original, especialmente em associações com prótese);
  • Mamoplastia redutora: para casos de excesso de volume e peso, causando sintomas físicos e desconfortos, com remodelação da forma e redução significativa do tamanho.

A escolha entre mastopexia ou mamoplastia redutora depende de avaliação clínica detalhada do volume mamário, grau de flacidez, queixas da paciente e expectativas realistas.

Indicações e critérios de escolha

A seleção do procedimento é individualizada e baseada no exame clínico, fatores anatômicos e queixas apontadas:

  • Mastopexia é preferida em pacientes com mamas caídas, perda de sustentação e pouco tecido excedente, especialmente se desejam reposicionar as mamas sem reduzi-las;
  • Mamoplastia redutora é recomendada para hipertrofia mamária, alívio de sintomas físicos relacionados ao excesso de peso das mamas e melhoria da proporção corporal;
  • Combinações de ambas podem ser indicadas em casos selecionados, frente a ptose acentuada com volume excessivo.

O Dr João Felippe ressalta a importância de avaliação detalhada, discutindo benefícios, limitações e expectativas reais, sempre primando pelo esclarecimento técnico e ético na relação médico-paciente.

Técnicas cirúrgicas e cicatrizes

Ambos os procedimentos utilizam incisões que variam conforme o grau de ptose, necessidade de redução, formato da mama e desejo da paciente.

  • Incisão periareolar: ao redor da aréola, indicada em flacidez leve;
  • Vertical (“pirulito”): ao redor da aréola e linha vertical até o sulco mamário, para moderada;
  • T invertido (“âncora”): soma a periareolar, vertical e linha horizontal no sulco, utilizada em ptoses avançadas e grandes reduções.

O tipo e extensão da cicatriz são explicados durante a consulta médica, permitindo que a paciente faça escolhas conscientes, avaliando benefício estético e perfil de recuperação. Na clínica do Dr João Felippe, toda abordagem é pautada pela transparência e pelo cuidado na orientação.

Benefícios, limitações e potenciais riscos

Ambas as cirurgias proporcionam melhora do contorno corporal, autoestima e alívio de sintomas físicos (no caso da redutora). Entre os riscos potenciais, estão:

  • Cicatrizes permanentes: com qualidade variável conforme predisposição individual;
  • Alteração temporária ou permanente da sensibilidade;
  • Assimetria residual;
  • Possibilidade de complicações comuns a cirurgias: como infecção, hematoma, seroma;
  • Dificuldade em amamentar: especialmente em grandes reduções.

Segundo as normas do CFM, é obrigatório discutir detalhadamente riscos, limitações, cicatrizes e expectativas de resultado, oferecendo termo de consentimento e informação honesta, sem prometer resultados.

Cuidados pós-operatórios e o papel do cirurgião

A recuperação adequada influencia diretamente o sucesso da mastopexia ou mamoplastia redutora. Entre os cuidados mais comuns, destacam-se:

  • Uso contínuo de sutiã cirúrgico;
  • Evitar esforços com os braços e carregar peso por algumas semanas;
  • Manter curativos secos e limpos conforme orientação;
  • Repouso relativo, evitando dormir de bruços;
  • Comparecimento a retornos regulares para acompanhamento pós-operatório.

Na clínica do Dr João Felippe, a experiência envolve consulta inicial detalhada, avaliação com equipe multiprofissional e acompanhamento próximo em todas as fases, priorizando ética, segurança e clareza de informações.

Conclusão

Mastopexia e mamoplastia redutora são técnicas seguras, com propósitos diferentes e benefícios expressivos quando bem indicadas. A escolha certa surge de avaliação conjunta entre paciente e cirurgião plástico, respeitando critérios anatômicos, queixas pessoais e expectativas realistas. O Dr João Felippe orienta que, independentemente do procedimento escolhido, o foco deve ser sempre a segurança, a comunicação transparente e o respeito à individualidade, buscando o melhor equilíbrio entre saúde, funcionalidade e estética.

Sobre o Dr João Felippe

O Dr João Felippe Mendes é cirurgião plástico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, com ampla atuação na cirurgia mamária tanto estética como reparadora. Apaixonou-se pela especialidade desde a graduação, onde liderou a liga de Cirurgia Plástica da PUC, acumulando mais de 1.900 horas de pronto-socorro, estágios dedicados à plástica e experiência em grandes centros de referência no país. Fixado em Paranavaí desde 2017, atende semanalmente também em Maringá, priorizando o atendimento humanizado, multidisciplinar e o uso de técnicas modernas, como a Full Support Mammoplasty e protocolos de recuperação rápida.

Seu público é predominantemente composto por mulheres adultas, mães e profissionais autônomas das classes A/B. O atendimento na clínica inclui desde recepção personalizada, avaliação nutricional, consulta estruturada, tecnologia de ponta e suporte próximo no pós-operatório, até retornos seriados para acompanhamento. A missão do Dr João Felippe é oferecer cuidado integral, guiado por ética, excelência técnica e compromisso genuíno com o bem-estar físico e emocional das suas pacientes.

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