Como funciona a mastopexia: etapas do procedimento, recuperação pós-operatória e o que esperar dos resultados

Introdução

A mastopexia é uma cirurgia proposta para remodelar e reposicionar as mamas, restaurando o contorno e a firmeza perdidos com envelhecimento, gravidez, amamentação ou variações importantes de peso. Segundo as orientações das sociedades médicas e as melhores práticas internacionais, a mastopexia é indicada principalmente quando o objetivo não é apenas aumento do volume, mas principalmente a correção da flacidez mamária. O Dr João Felippe, cirurgião plástico referência em Paranavaí e Maringá, ressalta que a decisão pela mastopexia deve ser sempre embasada em avaliação individualizada criteriosa, expectativas realistas e amplo conhecimento sobre o processo completo: do pré ao pós-operatório.

O que é mastopexia e para quem é indicada

A mastopexia, conhecida também como lifting mamário, é um procedimento destinado a levantar e dar novo formato às mamas caídas, sem obrigatoriamente aumentar o volume. Está indicada para mulheres com ptose (queda) de grau variável da mama, aréolas em posição baixa ou assimetria causada pela flacidez dos tecidos. A consulta com o cirurgião deve abordar histórico de saúde, qualidade da pele, volume mamário e planos futuros (como gravidez ou amamentação), detalhes essenciais para que a indicação e o plano cirúrgico sejam totalmente seguros. Mulheres entre 30 e 55 anos representam grande parte das candidatas ao procedimento por conta das mudanças naturais do corpo nesse período.

Principais etapas do procedimento cirúrgico

A mastopexia é realizada sob anestesia (geral ou sedação com anestesia local) e segue etapas rígidas e padronizadas pela literatura médica:

  1. Marcação pré-operatória: traçado realizado com a paciente em pé para determinar novas posições das aréolas e das incisões.
  2. Incisões personalizadas: pode ser apenas ao redor da aréola (casos leves), vertical (casos moderados) ou “T invertido” (flacidez acentuada), de acordo com o grau de ptose.
  3. Remodelação do tecido: retirada do excesso de pele e reposicionamento do tecido mamário para novo formato e projeção.
  4. Reposicionamento da aréola e mamilo: elevado à altura ideal, havendo ajuste do tamanho da aréola se necessário.
  5. Fechamento por planos: pontos internos absorvíveis e cuidados para otimizar a cicatrização e o formato da mama.
  6. Curativos e sutiã cirúrgico: imprescindíveis após o término da cirurgia para garantir segurança e proteção.

O tempo médio cirúrgico é de 2 a 4 horas dependendo da complexidade do caso. Segundo recomendações oficiais, a escolha da técnica respeita critérios anatômicos e o desejo da paciente, priorizando os melhores resultados com a menor cicatriz possível.

Principais técnicas cirúrgicas empregadas

As técnicas podem ser divididas conforme o tipo de incisão e, quando indicado, a associação com prótese de silicone (mastopexia com implante) para restaurar ou ampliar o volume. O Dr João Felippe destaca que é possível utilizar métodos avançados, como o Full Support Mammoplasty, que preserva estruturas profundas para melhor sustentação. A definição da técnica ocorre em consulta, após detalhada análise da forma, da elasticidade da pele, do posicionamento inicial das aréolas e do histórico prévio de cirurgias ou oscilações de peso.

Recuperação pós-operatória: o que esperar e cuidados fundamentais

O pós-operatório da mastopexia exige disciplina e acompanhamento próximo. As recomendações científicas incluem:

  • Repouso relativo nos primeiros dias, com movimentos de braços limitados (evitar elevar acima dos ombros, carregar peso ou fazer movimentos bruscos nas primeiras 2 a 4 semanas).
  • Uso contínuo de sutiã cirúrgico por pelo menos 30 dias, podendo se estender conforme avaliação médica.
  • Evitar exposição solar direta nas cicatrizes por, no mínimo, 6 meses, para não escurecê-las.
  • Realizar curativos e higienização das incisões conforme orientação médica, sem retirar crostas ou manipular os pontos.
  • Retorno gradual a atividades leves, com liberação progressiva da prática esportiva e da direção, sempre após reavaliação do cirurgião.
  • Alimentação equilibrada, hidratação e, quando indicado, acompanhamento nutricional favorecem uma recuperação tranquila.

Sintomas como inchaço, desconforto moderado, equimoses e leve alteração de sensibilidade são esperados e tendem a regredir nas semanas seguintes à operação. O contato regular com o Dr João Felippe e sua equipe permite intervenções rápidas diante de inflamação, abertura de pontos, infecção ou outros sinais de alerta.

Possíveis riscos e complicações da mastopexia

Assim como qualquer cirurgia, a mastopexia possui riscos inerentes, embora sejam raros se todos os protocolos e recomendações forem respeitados. Entre os mais descritos na literatura estão:
Infecção local, seroma (acúmulo de líquido), hematoma, deiscência de pontos, cicatrização inestética, queloide e assimetrias. Em cirurgias combinadas com implantes, pode ocorrer contratura capsular, deslocamento ou ruptura da prótese. Fatores como tabagismo, doenças crônicas e predisposição genética aumentam o risco de intercorrências, por isso é fundamental discutir o histórico médico e seguir condutas preventivas individualizadas.

Quando esperar pelo resultado final e como manter os benefícios

Os resultados iniciais já podem ser notados logo após a cirurgia, mas se consolidam apenas após a resolução dos edemas e maturação das cicatrizes, processo que pode levar até 12 meses. Segundo o consenso das sociedades de cirurgia plástica, é importante manter expectativas realistas: cicatrizes serão permanentes, mas tendem a clarear com o tempo; pequenas assimetrias ou mudanças de sensibilidade podem ocorrer e são normalmente transitórias. Estilo de vida saudável, manutenção do peso e consultas regulares com o cirurgião contribuem para preservar os resultados.

Conclusão

A mastopexia é uma alternativa consagrada e segura para quem busca recuperar contorno e firmeza das mamas, desde que conduzida com técnica, acompanhamento responsável e total transparência sobre limitações e riscos. Como destaca o Dr João Felippe, uma avaliação individualizada, a escolha cuidadosa da técnica e a adesão às orientações pós-operatórias fazem toda a diferença nos resultados e na segurança da paciente. Consulte sempre profissionais qualificados, tire suas dúvidas e invista em informação de qualidade antes de optar pela cirurgia.

Sobre o Dr João Felippe

O Dr João Felippe Mendes é cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, apaixonado pela especialidade desde o início da formação acadêmica. Com mais de 1.900 horas de pronto-socorro, soma atuação em grandes centros cirúrgicos de São Paulo e fixou clínica própria em Paranavaí a partir de 2017, ampliando atendimento para a região de Maringá. Destaca-se pela aplicação de técnicas autorais como Full Support Mammoplasty, protocolos minimamente invasivos e um serviço multidisciplinar focado no acolhimento e segurança de suas pacientes. Sua clínica dispõe de moderno espaço de 600 m², ambiente diferenciado e acompanhamento integral em todas as fases da jornada cirúrgica.

A experiência personalizada se reflete desde o primeiro contato, bioimpedância e avaliação nutricional à consulta detalhada, atendimento privativo e suporte pré e pós-operatório estruturado, com retornos seriados e orientações individualizadas. Valoriza o cuidado humano, atualização técnica e o compromisso ético com resultados naturais e segurança em cada procedimento.

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