Tipos de cicatriz na mastopexia: quais são e como cuidar de cada uma durante a recuperação

Introdução

Quem busca a mastopexia, procedimento voltado à elevação e remodelação das mamas, frequentemente tem dúvidas sobre as possíveis cicatrizes e cuidados necessários no pós-operatório. Conforme enfatiza o Dr João Felippe, especialista com ampla experiência em cirurgia plástica, entender os tipos de cicatriz e adotar hábitos adequados durante a recuperação são passos fundamentais para alcançar resultados duradouros e seguros. A seguir, você confere um guia prático sobre os principais padrões de cicatriz na mastopexia e como cuidar bem de cada um.

Principais tipos de cicatriz na mastopexia

O padrão de cicatriz após a mastopexia varia de acordo com o grau de flacidez mamária, o volume necessário de remoção de pele e a técnica definida individualmente pelo cirurgião. As três formas mais comuns de cicatriz na mastopexia são: periareolar, vertical (lollipop) e em T invertido (âncora). Cada uma possui indicações, vantagens estéticas e necessidades de cuidados próprios no pós-operatório, sendo fundamental alinhar expectativas realistas desde a consulta prévia.

Cicatriz periareolar: características e cuidados

A cicatriz periareolar, formada ao redor da borda da aréola, é a mais discreta e indicada para casos leves de flacidez. Seu formato circular acompanha a transição entre a aréola e a pele da mama, tornando-se pouco perceptível com o passar do tempo. Por não permitir grande remoção de pele, é limitada a indicações específicas. O cuidado ideal envolve manter a área sempre limpa, higienizar com sabonete neutro e evitar fricções. A proteção solar é indispensável por pelo menos 12 meses para prevenir escurecimento. Produtos para cicatrização, como fitas e géis, só devem ser utilizados sob orientação do especialista. Nas primeiras semanas, o uso diligente do sutiã cirúrgico recomendado pela equipe do Dr João Felippe contribui para um resultado mais harmonioso.

Cicatriz vertical (lollipop): características e cuidados

A cicatriz vertical, chamada de “lollipop”, combina uma incisão periareolar a um traço vertical até o sulco inframamário. É indicada para flacidez moderada, permitindo reposicionamento eficiente do tecido e da aréola. Apesar de ser um pouco mais visível inicialmente, costuma clarear e se tornar discreta ao longo do tempo. A manutenção inclui limpeza suave, controle rigoroso do edema com compressas frias nos primeiros dias e uso constante do modelador. Evite movimentos bruscos e elevação dos braços nas primeiras semanas, priorizando repouso relativo. Alimente-se bem e mantenha hidratação adequada para otimizar a regeneração dos tecidos.

Cicatriz em T invertido (âncora): características e cuidados

Indicada para casos avançados de ptose e grande excesso de pele, a cicatriz em T invertido (ou âncora) une a periareolar, a vertical e uma horizontal no sulco mamário. Embora represente o padrão mais extenso, parte dessa marca fica camuflada sob a mama. A gestão eficaz envolve higiene criteriosa, observação de sinais inflamatórios (vermelhidão, secreção ou dor fora do habitual) e proteção solar rigorosa, especialmente na região horizontal. O acompanhamento frequente promovido pelo Dr João Felippe visa prevenir aberturas de pontos e favorecer amadurecimento adequado da cicatriz, tornando-a mais plana e clara ao longo dos meses.

Cuidados essenciais para a recuperação das cicatrizes

Independentemente do padrão de cicatriz, o pós-operatório exige atenção a hábitos que colaboram para uma cicatrização estética e saudável. Repouso absoluto nas primeiras 72 horas, limitação de esforços físicos por 30 a 45 dias e evicção de exposição solar direta são pontos essenciais. É necessário usar o sutiã cirúrgico 24 horas durante as primeiras semanas, trocando-o apenas para a higiene recomendada. Consulte sempre o cirurgião antes de aplicar qualquer produto sobre as cicatrizes e não realize automedicação. Consulte a equipe regularmente para acompanhamento e retirada de pontos caso necessário. Pacientes fumantes ou com predisposição a cicatrizes hipertróficas podem demandar cuidados adicionais, discutidos individualmente no consultório.

Sinais de alerta e acompanhamento

Após a mastopexia, esteja atenta a sinais como dor intensa que não cede com os analgésicos prescritos, aumento repentino de inchaço, vermelhidão persistente, febre ou secreção com odor desagradável nas incisões. Ao notar qualquer um desses sintomas, entre em contato imediato com a equipe médica ou consulte diretamente o Dr João Felippe. Comparecer a todas as consultas agendadas é essencial para monitoramento das cicatrizes e intervenção precoce em caso de intercorrências.

Conclusão

A mastopexia é um procedimento que pode transformar o contorno corporal, mas requer consciência sobre padrões de cicatriz e rigor nos cuidados pós-operatórios para resultados satisfatórios a longo prazo. Ter o suporte de uma equipe experiente, como a do Dr João Felippe, faz toda diferença no acompanhamento, educação e personalização das orientações. Na dúvida, busque referências confiáveis, agende avaliações presenciais e valorize o seguimento estruturado em todas as fases do processo.

Sobre o Dr João Felippe

O Dr João Felippe Mendes é cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, atuando com excelência em Paranavaí e Maringá. Sua trajetória inclui três anos em grandes centros paulistas, chefia de ligas acadêmicas, extensa vivência em pronto-socorro e intenso foco em inovação, tecnologias e protocolos de recuperação humanizada em sua clínica autoral.

Entre seus diferenciais, destacam-se a técnica Full Support Mammoplasty (preserva musculatura para maior sustentação), programa de Prótese – Recuperação em 24h, métodos menos invasivos e equipe multidisciplinar dedicada ao acolhimento em todas as etapas. Com atendimento personalizado (da recepção ao pós-operatório), o Dr João Felippe mantém compromisso absoluto com os princípios éticos do CFM, promovendo segurança, clareza e humanização em cada jornada cirúrgica.

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